seventeen

December 23, 2010

Eu estava para escrever esse post desde que vi alguém que em um instante me levou anos atrás. Na verdade, eu poderia tê-lo escrito na mesma noite. Porém decidi escolher as melhores palavras possíveis pra dizer tudo o que eu queria dizer da maneira mais clara possível antes que o ano se acabasse, obviamente com um dicionário de sinônimos em mãos para pegar as que me fizessem soar o mais inteligente que pudesse. Eu literalmente vi alguém, e foi só isso. Não falei nada, e se não fosse o inglês na mesma turma, nenhum de nós dois sequer teria ouvido a voz do outro até então. Provavelmente, e por minha culpa. Naquele tempo eu nem fazia esforço pra tentar não ser tímido e quieto. Sendo franco, não lembro exatamente a data, não sem olhar na pasta do curso ou algo do tipo. Fora isso? Eu me lembro de tudo, e é o que importa.

Lembro de quando a vi pela primeira vez. Lembro de ter pensado que ela era a garota mais linda que eu tinha visto em toda minha vida. Lembro que raramente tentava evitar com que meus olhos imediatamente procurassem os dela, ou mesmo que nela se fixassem enquanto a via distraída ou prestando atenção na aula, e lembro de como eu não sabia disfarçar quando nossos olhares de fato se encontravam, de como não sabia fazer nada além de fingir estar anotando alguma coisa, nervoso, após ver o sorriso que ela dava assim que isso acontecia. Se eu procurasse a data nas pastas, veria os rabiscos perdidos nos cantos das páginas de todas as vezes que isso aconteceu. Aquelas horas ali eram as únicas horas das minhas tardes em que eu não tinha sono, mas eu não conseguia acreditar que eu não estava alucinando quando a via sorrir.
Lembro de quando fui à aula pela primeira vez sem boné, já que o mesmo havia sido roubado quando voltava pra casa na aula anterior. Naquela idade o boné era praticamente parte de mim, e eu ficava me perguntando o que ela acharia do visual. Até me olhei no reflexo dos vidros de cada carro pelo caminho. Lembro de vê-la quase toda vez esperando uma amiga no banco ali em frente, na hora da saída, enquanto tentava fazer parecer que eu realmente precisava esperar alguma coisa ali. Geralmente jogando conversa fora nas escadas com um cara que saiu no dia após o furto do meu boné. Paranoia irrelevante. Não é como se eu fosse segui-las depois, só queria ficar ali o máximo que pudesse.
Lembro de vê-la caminhando até lá, também, quando eu passava de carro ali perto. Aceno meu, vidro, sorriso dela. Até me perguntei uma vez se oferecia carona, mesmo sendo passageiro da minha mãe, mas esse encontro sempre acontecia no último quarteirão… E outra, a motorista era minha mãe. Se até hoje sei que ela tem a habilidade de me envergonhar, imagina na época quando tinha uns 14 anos? Esse trabalho eu já fazia bem por mim mesmo, lembro de que qualquer coisa dita sobre mim em voz alta perto dela já fazia meu rosto corar. Era como se ela ficasse sabendo de alguma coisa sobre mim que eu não tinha contado e que ela não havia descoberto por convivência.

Lembro até que foi em uma daquelas aulas que eu assisti meu primeiro episódio de Friends, “The One With All The Resolutions.” Depois disso nem sei mais quantas vezes assisti todos episódios, só sei que as consequências disso foram a compra de todas as boxes e esse meu vício em seriados que desconhece um fim. Nunca decidi uma meta, um objetivo desses pro começo de mais um ano. Mas sei que desde aquilo tudo eu já andei um longo caminho.

Só quem sabe como é o quebrar de uma onda dessas entende o que é lembrar de tudo isso em um segundo, e como por vários momentos a seguir se fica desconcertado.

E é um aceno e um sorriso meu, um aceno e um sorriso dela.

prelude to seventeen

December 23, 2010

The Damned Things The Blues Havin’ Blues

Esse disco saiu na reta final do ano, e ainda assim conseguiu arrumar um espaço nos meus favoritos de 2010. A formação da banda é inusitada, são dois membros do Fall Out Boy, dois membros do Anthrax e dois membros do Every Time I Die. Dá certo pelo talento envolvido. Dá certo por ser uma das raras bandas que não quer fazer nada além de lançar um disco do bom e velho rock n’ roll. Pega mais pro lado do hard rock com blues, pra ser sincero, e a sensacional voz do Keith Buckley carrega um quê southern.

The Blues Havin’ Blues é uma das minhas preferidas, não tenho dúvida alguma.

Qualquer um que tenha qualquer tipo de preconceito, tanto quanto aos membros do Fall Out Boy em uma banda que não é pop rock/punk, quanto à pegada mais pesada do que o rock dessa geração, deveria deixá-lo de lado e fazer bom uso de cinco minutos da sua vida. Se você acabar não gostando, nada de errado nisso. Ao menos já tira as dúvidas e pode continuar com o rock n’ roll puro ou diluído em outro gênero. Se você gostar pelo menos de AC/DC, é quase impossível não gostar da música deles.

Quem gostou é só clicar aqui. Cortesia da casa.

sixteen

September 19, 2010

Mãos sozinhas são desajeitadas. Não é andar que faz com que elas sejam assim, é até pior quando você senta. Em pé você pode colocar pelo menos uma delas no bolso, ou na cintura. É, o natural é deixá-las penduradas nos seus braços mesmo, paralelas ao corpo. Só que quando não se está fazendo nada, você acaba reparando que suas mãos estão ali, ociosas. E em tentativas desesperadas de tentar dar tarefas para suas próprias mãos, você só acaba se desapontando.

Dá pra coçar a barba, ou a cabeça. Algumas garotas brincam com o cabelo. Algumas pessoas roem as unhas, isso também é uma atividade reserva pras mãos. Estalar os dedos, o que aliás, não engrossa porcaria de junta nenhuma. Não torra o saco e ouve o barulho aí. Dá pra tamborilar os dedos em alguma superfície ou mesmo no joelho. Sentado não dá pra colocá-las no bolso, não parece certo. Levantá-las só dobra os problemas, meus sinceros pesares pra quem vive louvando aos seus deuses. Isso em um ângulo de 180 graus. Se for 90 graus, só serve se você for uma múmia ou zumbi. Pelo menos eles não precisam pensar no que fazer com as mãos, seus cérebros já se degeneraram, ou ao menos estão no processo. Urrrrrrrrghhhhhhhhhh. Incoerência onomatopéica.

No metrô quase sempre me apoio em alguma das barras, mesmo que eu já tenha adquirido a habilidade de ficar em pé ali. E ainda assim não consigo descobrir daonde é que sai aquele tanto de graxa. Todo dia que eu pego o metrô eu acabo com graxa na ponta de uns dois ou três dedos. Pensei que fosse no canto das barras, nas junções. Todo dia eu tenho que lavar ou acabo parecendo um engraxate. Acho que engraxates nem existem mais, antigamente as praças da minha cidade natal eram cheias deles. Agora provavelmente ninguém para mais pra alguém engraxar os sapatos com medo de ser assaltado. Ter um dos sapatos roubados deve ser até pior do que a carteira toda, mas deve ser engraçado pra caralho. Quando não acontece com você, claro. É uma desgraça que não tem problema de dar algumas risadas, até quem sofre um assalto do tipo acaba perdoando. Trombadinha de sapatos. Enfim. Não dá certo não ser aleatório, continuo indo de assunto à assunto.

Não é como se fossem as pernas. Suas pernas estão sempre te sustentando, exceto quando estão em repouso. Superman não conta, ele não é daqui. Você anda, suas pernas são as responsáveis. Suas mãos são levadas junto com os braços, por razões de equilíbrio, eu acho.  Quer dizer, dá pra andar com elas coladas no corpo, mas te faz parecer um imbecil. Não é um problema para, sei lá (fingindo que não tenho isso na ponta dos dedos), o bom e velho cabeça de teia, Spider-Man. Tá certo que ele não tem os oito membros de uma aranha, mas ele vive com os quatro ocupados. Já o Peter Parker sofre do resto, e sabe do que eu estou falando. Assim como o Doc Ock.

Uma mão só não é problema. Desde que você encontre algo pra fazer com uma delas, a outra deixa de ser um mero reflexo. Uma irmã, parte da simetria padrão do nosso ser. Mantendo uma ocupada, a outra pode ficar ali pendurada sem problema algum.

Talvez seja esse um dos motivos pra que duas mãos diferentes sejam tão bem feitas uma pras outras. Talvez seja por isso que dedos se entrelacem tão perfeitamente.

Acho que o mais estranho desse post é a combinação que acabou resultando nele, ouvir Explosions In The Sky enquanto lia XKCD. E sim, aqui as peças do quebra cabeça sempre acabam se encaixando, acabei de relacionar dois posts.

Talvez isso aconteça porque a cabeça quebrada é a minha.

pre-sixteen

September 18, 2010

Poisé. Seja quando eu digo em algum post “ainda hoje apareço pra escrever alguma coisa” ou quando nem apareço pra isso, pelo menos um rascunho eu acabo salvando. Fico pensando se algum deles tem validade, se vai chegar um dia que eu não vou conseguir escrevê-lo por ter se passado tanto tempo que ele tá ali de molho que acabou morrendo.

Hoje vai ser diferente, já estou no meio de um post e pretendo terminá-lo, aí posso retomar a maratona de Terminator que decidi fazer hoje. Chuck tá voltando e a Linda Hamilton vai aparecer. E eu tava entediado no ônibus pra cá. É, eu tenho trilogias antigas perdidas no HD. Acho que vou acabar revendo The Sarah Connor Chronicles também, mas aí já é por outra razão. Só tenho medo de acabar querendo rever Firefly. É tempo que não tenho.

Esse post fazia parte do outro, mas acabei cortando ele fora por não ter conseguido colar os dois. Estou tentando ser menos aleatório, mas ainda acho que é impossível. E também pra não ter outro daqueles posts com mais tags do que palavras.

fifteen and five eighths

September 18, 2010

Na falta de palavras pra falar da música anterior, nessa eu posso falar um bocado. Quando eu era pequeno, não conseguia imaginar que graça tinha em música instrumental. Pequeno mesmo, pivete. Comecei a tocar teclado uns anos depois, e foi quando passei a me interessar mais pela parte instrumental da música. Parece estranho pra muita gente ouvir nove minutos de uma música em que praticamente nenhuma voz acompanha, uma música sem refrão. Mas é uma experiência muito diferente de ouvir qualquer outro tipo de música, uma experiência única. Você não tem quase nada de palavras acompanhando a melodia pra se identificar, você escuta aquela sinfonia por que ela te faz sentir alguma coisa. Essa é uma das poucas bandas que conheço que ainda faz uso de alguns vocais.

A primeira banda que ouvi foi Explosions In The Sky. Até hoje ainda é a minha favorita. Entretanto, passei a conhecer muitas outras no decorrer do tempo, e tenho um carinho especial por quase todas. Sei que é muito mais difícil escrever esse tipo de música, não tenho dúvida alguma. Não dá pra ter nada menos que respeito por quem faz esse trabalho.

Aliás, é o tipo perfeito de música pra ouvir quando se está lendo. Não atrapalha em nada, e ajuda mais ainda com a imersão na história. Te isola do mundo ao seu redor.

fifteen and a half

September 14, 2010

Se eu não cair no sono, ainda apareço pra escrever alguma coisa. Mas não nesse post. Não. Temo que eu não conheça palavras que façam justiça a essa música. Acha bobagem? Foda-se.

A música fala tudo por ela mesma, qualquer coisa que eu disser não passa de um mero adendo insignificante. Talvez signifique algo pra alguém, talvez não. A beleza da música é que ela não tem talvez algum, é uma verdade absoluta.

fifteen

September 13, 2010

Hoje arranjei o app pra Symbian que faz scrobble pro last.fm e é compatível com o meu celular. O único motivo de eu ter deixado o meu de lado (dessa vez, já parei de usar um antigo e resetei esse mais novo) foi o fato de estar cada vez menos ouvindo música na frente do PC. Antes era o dia inteiro, e como eu não era adepto do uso de fones, enlouquecia a família até. Sou quieto, mas faço barulho. Geralmente quando paro na frente do PC agora é pra assistir alguma coisa antes de dormir ou, mais raramente ainda, jogar alguma coisa.

Eu já estava brincando no Torchlight nas horas vagas, agora tem o StarCraft II pra dividir o timeslot. Tenho que admitir, isso tá me lembrando quando eu era pequeno e tive que lidar com malabares. Não na rua, pedindo esmola no sinal, não é pra parecer dramático. Enfim. Com dois malabares ia, três dava um pouco de trabalho. Qualquer coisa acima disso era virtualmente impossível, eu tentava umas poucas vezes e deixava pra lá. É o que tem acontecido com todas as coisas que eu decidi voltar a fazer de uma vez, pra ocupar o vazio deixado pela minha falecida existência virtual, aquela que sugou minha vida uns anos atrás. Tenho mãos pra fazer algumas, as outras tenho que manter no ar, e sempre trocando os lugares.

É por isso que acabo deixando pra escrever com menos frequência aqui. Só que dessa vez, eu não vou desistir. Vou continuar trocando e fazendo o que minhas mãos conseguirem segurar. Até equilibro alguma no nariz, se precisar. O resto fica no ar. Dou um jeito. É algo que dá pra aprender a fazer.

Falando em aprender (e fingindo que eu não encaixei o aprender ali pra ligar esse post com alguns assuntos que estão perdidos nos drafts), tenho uma dificuldade absurda em ensinar muita coisa. Antes eu pensava que era dependendo da pessoa, quando eu não tinha paciência pra ensinar nada pra qualquer um dos meus pais, porém conseguia ensinar alguém a fazer alguma coisa no videogame ou algo do tipo. Eventualmente acabei descobrindo que eu realmente não sei ensinar.

Quando eu aprendo alguma coisa, todo o conceito, o funcionamento, tudo, ficam óbvios demais, assim como aquelas regras gramaticais ficam escondidas em algum lugar do cérebro que eu não consigo acessar, elas só executam suas funções automaticamente. O que acaba encurtando a minha paciência, e é aquilo que vive me deixando à beira de um duh. Não o digo por duas razões, uma delas é simplesmente por achar imbecil. Prefiro falar que a pessoa é burra pra caralho, na brincadeira, do que usar o desprezível duh. A outra é porque sou paciente, mas tenho lá minhas terapias.

Já ouvi em algumas (poucas) ocasiões que eu explico melhor que algum professor, e eu achava isso completamente bizarro na hora, justamente por saber que isso não é nem de longe verdade. O problema mesmo é quando alguém faz uma daquelas perguntas idiotas que não tem nem como responder, a única resposta é porque é assim. Porque algumas letras são maiúsculas nisso aqui? Porque o código é pra baixo duas vezes, pra cima, esquerda, direita, bolinha, triângulo e quadrado? Porque é assim, porque quem fez quis que fosse assim.

São perguntas desnecessárias, porque você já entende perfeitamente a razão de certas coisas serem da maneira que são. Mas existem explicações que ajudam a entender melhor pras duas perguntas anteriores, é só pensar um pouco além. Claro, é dezenas de vezes mais fácil falar aqui. Na próxima vez que eu for explicar alguma coisa, é bem provável que eu acabe caindo naqueles momentos em que você tenta dizer algo coerente mas acaba falando um bocado de és e ahns.

Paciência é uma virtude, esse é aquele velho ditado.
Nos dias de hoje, é mais uma das virtudes que são raridade.

É O3, no meio de um mundo cheio de pessoas que praticamente exalam CH4. Metaforicamente.

fourteen

September 11, 2010

Foi meio que uma daquelas pausas.

Queria ter ido no Burger King hoje, errei a porcaria do shopping e tive que ficar com o velho McDonald’s. Ainda gosto dele, mas é como se eu tivesse traído alguém. Não a mulher dos meus sonhos, mas a fast-food chain dos meus sonhos. Não que seja realmente a dos meus sonhos, mas adicionar um ‘que tem filiais no Brasil’ é ser específico demais. Enfim.

Tava só de passagem, na verdade, e como não sou motorista ainda… Aliás, sei que sou motorista nato, então foda-se. Como não tenho carteira ainda, não rola de levar pra viagem. E quando se está sozinho, tudo o que tem pra fazer além de encarar pessoas enquanto comem, e claro, da explosão de sabores na sua boca, é se entreter com o papel da bandeja.

É bem trabalhoso, na verdade. Só pra começar, é melhor já deixar o refrigerante de fora da bandeja. Aí ficam as batatinhas que tentaram fugir da morte certa no caminho, formando uma aliança com a caixa do lanche (ou caixas), os guardanapos, e dependendo do quão estabanado você é pra comer, fragmentos de lanche. Tirados os obstáculos, geralmente é algo que serve pra perder uns cinco minutos lendo. A da vez era um dos tipos de amigos/que tipo de amigo você é. Sei que não é nenhum tipo de artigo científico de psicologia (supondo que boa parte dela não seja uma grande pilha de merda), mas mesmo assim, existem pessoas que são só um dos tipos que estão retratados ali. Mesmo aplicando Shrek e a teoria das cebolas/várias camadas.

Você se orgulha de ser fútil? Superficial? Meus parabéns, você é um babaca. Ou uma babaca. É gênero, número e grau me dando trabalho hoje pra escrever alguma coisa aqui. Gimme a fucking break.
Vale também pra convivência com alguém assim, além do que se deve respeito à educação.

Limitei a três pra não ficar muito zoado e escolhi uns pra mim.
O alienígena, o malemole e algum outro aí. Quem conhece, sabe. Parecem nomes de cartas de tarô.

Moral da história? Grow the fuck up. Ou a versão mais divertida da mesma lição: “Nut up or shut up.”

Caí no dilema do gênero, número e grau outra vez. Oh shit.

(almost) fourteen

September 9, 2010

Quando você não precisa nem pensar a fundo pra ver se tem alguma dúvida ou não antes de afirmar: é a banda mais divertida que eu já ouvi.

Não só pelo gênero. Tá no jeito de cantar, nos arranjos musicais, nos temas dos quais as músicas falam. Não é música pra começar uma revolução, não é música pra tirar angústias do peito e não é música pra enfrentar as amarguras da vida ouvindo alguém falar de experiências similares. É música pra revolucionar tudo o que você sabe sobre música divertida, te fazer cantar junto, esvaziar o peito e ver que de amarguras na vida basta o gosto de cerveja. Caralho, eu escrevo bem. Estou inspirado. Enfim.

Só tem uma coisa, uma pessoa na verdade, te segurando na vida. Só uma pessoa te impedindo de encontrar felicidade por aí.
E é você mesmo.

P.S. Bonus track perdida em um link no meio do post.

thirteen point five

September 6, 2010

Ah, claro. Também pensava em postar uma música completamente diferente. Pensava. Não planejava. São duas coisas diferentes, e mesmo que eu reconhecesse a diferença de significados, antigamente não entendia como funcionavam na prática. Meus pensamentos eram escritos em pedra e acabavam virando planos.

O Justin Pierre, vocalista do Motion City Soundtrack, disse em uma entrevista que essa foi a música mais sincera que ele já escreveu. É meio que uma coletânea de what ifs de um relacionamento que não deu certo.

Kristen Bell tem as iniciais de alguém que eu conheço e eu fiz a barba hoje.


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