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seven

August 27, 2010

Engraçado, tem um rascunho aqui com nome four. Já postei três outros antes dele. Esse é o quarto.

Como já disse, fui ver Karate Kid. O remake, estrelando Jaden Smith e o velho Jackie Chan, produzido por ninguém menos que os dois pais do Smith mirim.

Dos trailers no começo, dou destaque, sem dúvida alguma, pro novo da saga de Nárnia. Dublado. Ouvi Edmundo tantas vezes no começo que nem cheguei a ouvir falarem de Nárnia, e não tendo visto nenhum, até certa parte nem sabia que diabos de filme era. Os outros trailers foram Grown Ups, que é tipo um Expendables versão comediantes. O elenco é tipo, Adam Sandler, Chris Rock, Rob Schneider (meh), David Spade e o Kevin James. O gordinho de Hitch. Pareceu ser bem engraçado, apesar de ter lido críticas bem negativas. Não ligo pra elas mesmo, na maioria das vezes. Descartei The Last Airbender sem dó por causa de críticas, tanto por respeito ao desenho quanto por não confiar mais no M. Night Shyamalan. Desde Unbreakable, ele tem alcançado cada vez uma altitude negativa maior, if you know what I mean. O outro era Legend of the Guardians: The Owls of Ga’Hoole. Pareceu ser interessante, pra quem gosta de CGI. É da mesma empresa que fez Happy Feet, e aparentemente tem uma música do Owl City. É, é. Corujas, corujas.

Falamos que o filme provavelmente teria algo do Justin Bieber e não percebi, mas tendo lido agora pouco, parece que a música tema é do Jaden e do Justin Bieber. Oh, well. Não cheguei a ver o vídeo dela, Never Say Never, e isso não atrapalhou a experiência.

É. Não vou dizer que me surpreendeu, já fui pensando que ia ser no mínimo bom. Mas me impressionou, de verdade. Gostei pra caralho. São poucos os filmes que os antagonistas realmente me incomodam. É um filme meio pra família, momentos de vergonha alheia e aquelas piadas/trapalhada que fazem todo mundo rir. A sessão daquela hora tava praticamente vazia, apesar do nosso atraso (de sempre.) Na porcaria da estreia do filme. A sala tava cheia de crianças inclusive, que provavelmente nunca viram o original. O que me deixa menos triste pela situação é o fato delas terem optado pelo legendado. Kudos, kids. Não deu pra não rir de comentários, though, do tipo “olha essa aromaterapia” e “porque não usam um elevador pra subir a montanha?” Porque é uma ideia estúpida, simples. Falando em original, o filme não chega a ser um remake. Quer dizer, existem diversos pontos que são os mesmos, como os ensinamentos de ambos os mestres Miyagi/Han não serem diretamente voltados à arte marcial no começo. São os princípios, disfarçados, e com uma lição de vida também. Disciplina, respeito. Ambos tratam as artes marciais como o que elas realmente são, ao contrário dos mestres antagonistas, que as ensinam como violência, nada mais. Mas o filme foi situado nos dias de hoje (vide data do post se esse blog sobreviver ao passar do tempo) e tem várias referências disso. Anotem aí, historiadores e time travelers.

Claro, isso é a minha opinião e não lembro de todos os detalhes pra dizer. A essência é basicamente a mesma. E o filme não deixa bom e muito menos deve deixar de ser visto por um simples “mas eu já vi o velho.”

Everything is kung fu, disse o grande Jackie Chan. Everything but  the movie name.

Ah. Rest in peace, Pat Morita.