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prelude to seventeen

December 23, 2010

The Damned Things The Blues Havin’ Blues

Esse disco saiu na reta final do ano, e ainda assim conseguiu arrumar um espaço nos meus favoritos de 2010. A formação da banda é inusitada, são dois membros do Fall Out Boy, dois membros do Anthrax e dois membros do Every Time I Die. Dá certo pelo talento envolvido. Dá certo por ser uma das raras bandas que não quer fazer nada além de lançar um disco do bom e velho rock n’ roll. Pega mais pro lado do hard rock com blues, pra ser sincero, e a sensacional voz do Keith Buckley carrega um quê southern.

The Blues Havin’ Blues é uma das minhas preferidas, não tenho dúvida alguma.

Qualquer um que tenha qualquer tipo de preconceito, tanto quanto aos membros do Fall Out Boy em uma banda que não é pop rock/punk, quanto à pegada mais pesada do que o rock dessa geração, deveria deixá-lo de lado e fazer bom uso de cinco minutos da sua vida. Se você acabar não gostando, nada de errado nisso. Ao menos já tira as dúvidas e pode continuar com o rock n’ roll puro ou diluído em outro gênero. Se você gostar pelo menos de AC/DC, é quase impossível não gostar da música deles.

Quem gostou é só clicar aqui. Cortesia da casa.

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pre-sixteen

September 18, 2010

Poisé. Seja quando eu digo em algum post “ainda hoje apareço pra escrever alguma coisa” ou quando nem apareço pra isso, pelo menos um rascunho eu acabo salvando. Fico pensando se algum deles tem validade, se vai chegar um dia que eu não vou conseguir escrevê-lo por ter se passado tanto tempo que ele tá ali de molho que acabou morrendo.

Hoje vai ser diferente, já estou no meio de um post e pretendo terminá-lo, aí posso retomar a maratona de Terminator que decidi fazer hoje. Chuck tá voltando e a Linda Hamilton vai aparecer. E eu tava entediado no ônibus pra cá. É, eu tenho trilogias antigas perdidas no HD. Acho que vou acabar revendo The Sarah Connor Chronicles também, mas aí já é por outra razão. Só tenho medo de acabar querendo rever Firefly. É tempo que não tenho.

Esse post fazia parte do outro, mas acabei cortando ele fora por não ter conseguido colar os dois. Estou tentando ser menos aleatório, mas ainda acho que é impossível. E também pra não ter outro daqueles posts com mais tags do que palavras.

fifteen and five eighths

September 18, 2010

Na falta de palavras pra falar da música anterior, nessa eu posso falar um bocado. Quando eu era pequeno, não conseguia imaginar que graça tinha em música instrumental. Pequeno mesmo, pivete. Comecei a tocar teclado uns anos depois, e foi quando passei a me interessar mais pela parte instrumental da música. Parece estranho pra muita gente ouvir nove minutos de uma música em que praticamente nenhuma voz acompanha, uma música sem refrão. Mas é uma experiência muito diferente de ouvir qualquer outro tipo de música, uma experiência única. Você não tem quase nada de palavras acompanhando a melodia pra se identificar, você escuta aquela sinfonia por que ela te faz sentir alguma coisa. Essa é uma das poucas bandas que conheço que ainda faz uso de alguns vocais.

A primeira banda que ouvi foi Explosions In The Sky. Até hoje ainda é a minha favorita. Entretanto, passei a conhecer muitas outras no decorrer do tempo, e tenho um carinho especial por quase todas. Sei que é muito mais difícil escrever esse tipo de música, não tenho dúvida alguma. Não dá pra ter nada menos que respeito por quem faz esse trabalho.

Aliás, é o tipo perfeito de música pra ouvir quando se está lendo. Não atrapalha em nada, e ajuda mais ainda com a imersão na história. Te isola do mundo ao seu redor.

fifteen and a half

September 14, 2010

Se eu não cair no sono, ainda apareço pra escrever alguma coisa. Mas não nesse post. Não. Temo que eu não conheça palavras que façam justiça a essa música. Acha bobagem? Foda-se.

A música fala tudo por ela mesma, qualquer coisa que eu disser não passa de um mero adendo insignificante. Talvez signifique algo pra alguém, talvez não. A beleza da música é que ela não tem talvez algum, é uma verdade absoluta.

thirteen point five

September 6, 2010

Ah, claro. Também pensava em postar uma música completamente diferente. Pensava. Não planejava. São duas coisas diferentes, e mesmo que eu reconhecesse a diferença de significados, antigamente não entendia como funcionavam na prática. Meus pensamentos eram escritos em pedra e acabavam virando planos.

O Justin Pierre, vocalista do Motion City Soundtrack, disse em uma entrevista que essa foi a música mais sincera que ele já escreveu. É meio que uma coletânea de what ifs de um relacionamento que não deu certo.

Kristen Bell tem as iniciais de alguém que eu conheço e eu fiz a barba hoje.

eleven

August 31, 2010

Que voz. Junto de A Fine Frenzy, é uma das mais bonitas que eu já ouvi. Mesmo quando eu for conhecendo outras, essas duas não saem da lista. Gosto demais do que ela escreve, no geral, também. É uma daquelas músicas que só de escutar fazem a expressão hauntingly beautiful surgir na cabeça. She’s got the pipes. She’s got the soul.

O nome do primeiro disco dela é Lungs. Até isso.

nine and three quarters

August 30, 2010

Só pra postar algo, já que o dia de ontem passou em branco aqui. Enquanto eu escrevo um post, claro.
Talvez eu comece a postar mais música por aqui, quem sabe on a daily basis, não sei. Começar em uma frequência (não de ondas, vezes) menor talvez seja melhor.

Ah, foda-se. Que sera, sera.

one and a half

August 20, 2010

O tema é temporário.
Vou tentar não enrolar e arrumar um mais definitivo (nunca é definitivamente definitivo) ainda hoje. Só um post rápido, meu álibi ou que seja.